Ontem vi nascer um pai,
Embora tenha ido para o nascimento de uma criança;
Ontem vi nascer o amor pleno nos olhos de uma alma que conheceu a esperança;
Ontem vi nascer uma avó e um avô,
Numa alegria e um sorriso que não se cansa;
Vi vida,
Brilho nos olhos,
Choro e andanças;
Numa alegria e um sorriso que não se cansa;
Vi vida,
Brilho nos olhos,
Choro e andanças;
Vi rostos iluminados, sorrisos largos e pureza numa harmonia
que parecia dança;
Vi um sorriso infantil num pai que acabara de nascer,
Vi a plenitude de uma troca de olhar entre uma família que no cair da noite se firmou na terra emanando lembranças;
Vi um sorriso infantil num pai que acabara de nascer,
Vi a plenitude de uma troca de olhar entre uma família que no cair da noite se firmou na terra emanando lembranças;
Vi amor, fé, ansiedade. Ouvi lembranças, choros, risadas e
suspiros;
Vi olhos arregalados à procura de Deus menino: Clarice!
Vi olhos arregalados à procura de Deus menino: Clarice!
Que sejas bem vinda e que contigo nasça também a plenitude
do amor, da fé e da esperança.
Por Maria Amelia Aguiar
Poema dedicado ao nascimento de Clarice e do nascimento do papai Franklin. Em homenagem a mamãe Rose, a vovó Conceição, ao vovô Franklin e da nova família que na terra se firma com a chegada desta pequenina.
Poema dedicado ao nascimento de Clarice e do nascimento do papai Franklin. Em homenagem a mamãe Rose, a vovó Conceição, ao vovô Franklin e da nova família que na terra se firma com a chegada desta pequenina.
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